(Source: doremifah, via giihalvees)
(via giihalvees)
Não é drama e nem exagero. Sou eu.
—Querido John (via sweet-sweet-psychosis)
(Source: querido--john, via fallentoangel)
Pudera eu fugir de mim mesma. Dar um tempo de tanta melancolia, tanta confusão, tanta chatice. É cansativo ser eu, cansativo ter que me aturar. Até entendo essas pessoas que volta e meia me abandonam. Cansei de ser eu, cansei dessa vida, posso mudar? Mas não qualquer mudança. Isso não me faria descansar de mim, não adiantaria. Quero ser outro alguém. Nunca fui satisfeita comigo mesma, nunca tive uma boa autoestima. Sempre estive em baixo, às vezes lá no fundo do poço, mas nunca me importei muito com isso, afinal hoje, depois de tantos anos tendo que aturar a mim mesma, eu cansei. Aina e Thainá (enfraquecidos)
(via fallentoangel)
Realmente transbordava. Podia ver nos olhos, nos pulsos, nos cabelos presos, nas orelhas com os fones sempre com a mesma canção. Transbordava um nada tão intenso que se via nos olhos fundos, nos pulsos cicatrizados, na pele amarelada, nos cabelos escorridos e sempre tão limpos, nas orelhas se ouvia quase num breve sussurro impossível de se ouvir ecoar o som da mesma música repetidas vezes. Transbordava um nada que ocupava tanto espaço que era de se surpreender, era assustador. Ficava intrigada de como o vazio podia ocupar tanto espaço e ainda por cima de tudo, doer, corroer, machucar, torturar e permanecer ali, transbordando, as vezes mais forte do que nunca. Mas sempre sorria, o sorriso era amarelado e torto. Dizem que quando a gente sorri pra vida, um dia a felicidade chega de verdade. Acho que quem me via sorrir diria que eu era feliz, ou que tudo que eu faço é pra deixar as pessoas felizes, ou qualquer coisa relacionada a felicidade. Mal sabem as pessoas da dor que trago no coração. Aposto que se pudessem ver minha alma, muitos ao me verem sorrir, chorariam comigo.
—A gente se faz de rocha, mais é sempre flor, metafora-s. (via metafora-s)
(via fallentoangel)
Eu preciso de uma dose extra de morfina para amenizar essa dor que me invade como um cão apavorado e assustado, procurando por um dono, por uma salvação ou algum outro grude qualquer que não suma assim tão cedo. Preciso de um pouco de amor, mais um pouco de um amor que deixe-me não inteiramente completa, mas o suficiente para fazer meus lábios se curvarem em um sorriso, o suficiente para deixar-me enxergar o mundo colorido, o colorido que virou preto e branco com alguma partida. Mais um amor quente daqueles que chegam e, mesmo estando a metros de distância, queimam deixando mais uma bolha acesa em um coração, derretem os sentimentos e inundam os pensamentos… Um pouco de carinho, um pouco de uma mão macia afagando meus cabelos ruins e arrebentados, e mesmo encontrando-os nesse desastre total, que continue a me acariciar sem ligar para as aparências e muito menos para o estado desse meu eu, ou do meu cabelo. Preciso de sorrisos verdadeiros, que façam sorrir também e chegar a chorar de tanto gargalhar, que não sejam teatrais e que saibam aparecer tanto em horas erradas como em horas certas.
(via fallentoangel)
A dor é uma coisa estranha. Um gato que mata um pássaro, um acidente de automóvel, um incêndio… A dor chega, BANG, e eis que ela te atinge. É real. E aos olhos de qualquer pessoa pareces um estúpido. Como se te tornasses, de repente, num idiota. E não há cura para isso, a menos que encontres alguém que compreenda realmente o que sentes e te saiba ajudar.
—Charles Bukowski (via tekpix)
(Source: eles-dizem, via fallentoangel)
(Source: skyeinhyrule, via imnotsuperhuman)
Na cama, à noite, enquanto penso em meus muitos pecados e em meus defeitos exagerados, fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho que analisar que não sei se rio ou se choro, dependendo do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser..
—Annie Frank - O Diário de Annie Frank. (via sociedaderetardada)